
Coimbra, 15 de janeiro de 2000.
“Todas as cartas de amor são ridículas”, Fernando Pessoa.
Então, hoje passo a ser ridículo.
Sentado à beira do Mondego, observo as correntes do rio passar, como o teu último sorriso que tive o privilégio de ver. Nem o frio de inverno tem sido capaz de congelar esse coração que a ti pertence.
Acabo de ler a tua última carta e confesso que adoraria estar aí, em Luanda, mas bem sabes que a missão que me trouxe a terras de Camões, serão benéficas para nós. Como não tenho muito tempo, apenas quero lembrar-te que me encontro doente de amor por ti e que, ontem à noite, sofri um ataque de pânico, pois o meu cérebro pensava em ti como se estivesses ali, à minha frente, com vontade de ver-te, ouvir-te, sentir o teu toque. que Mas não é razão de preocupação. A tua carta que recebi esta manhã aliviou. Nem sinto tamanho aperto no peito.
Aguardo ansiosamente a tua resposta e prometo escrever-te em breve.
Sentado à beira do Mondego, observo as correntes do rio passar, como o teu último sorriso que tive o privilégio de ver. Nem o frio de inverno tem sido capaz de congelar esse coração que a ti pertence.
Acabo de ler a tua última carta e confesso que adoraria estar aí, em Luanda, mas bem sabes que a missão que me trouxe a terras de Camões, serão benéficas para nós. Como não tenho muito tempo, apenas quero lembrar-te que me encontro doente de amor por ti e que, ontem à noite, sofri um ataque de pânico, pois o meu cérebro pensava em ti como se estivesses ali, à minha frente, com vontade de ver-te, ouvir-te, sentir o teu toque. que Mas não é razão de preocupação. A tua carta que recebi esta manhã aliviou. Nem sinto tamanho aperto no peito.
Aguardo ansiosamente a tua resposta e prometo escrever-te em breve.
Do teu amor de longe,
José.
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