
Durante alguns dias, resisti em escrever sobre isso, mas nas últimas horas fui banhado por tantos comentários de ódio e tantas publicações ofensivas contra a Maria Leal que me deixaram tão triste e decidi falar acerca deste assunto.
O primeiro ponto é simples e só não entende quem tem os miolos queimados. Está escrito e bem explícito nos direitos humanos que todo o ser humano tem o direito a ser livre e a fazer o que bem lhe apeteça desde que não esteja a infringir nenhum crime. Eu até ao momento em que escrevo isso estou a tentar perceber qual é o problema da sociedade portuguesa em estar contra a pobre coitada da Maria Leal. Reclamam que ela não tem voz, mas também não admiram a voz das grandes Mariza e Amália Rodrigues e o nosso fado.
Eu estou a fazer uma comparação com o fado, mas também podia fazer com outros estilos que nem são superiores nem inferiores ao fado. Existe algo chamado «diversidade». Cada um tem o direito de ouvir o estilo que se encaixa melhor nele, seja pimba ou kuduro, kizomba ou pop. Não interressa! Devemos é respeitar e quem não gosta não ouve, não vê, porque com esses comentários só estão a dar mais visibilidade à Maria Leal. O mundo está como está por culpa de nós, os jovens, que em vez de nos preocuparmos em como nos vamos sustentar no futuro, estamos preocupados com o «Hoje Maria Leal aqui só para ti». Vamos acordar por favor e começar a tratar do futuro, porque a Maria Leal neste momento está a tratar de si e a ganhar dinheiro com isso. Por isso, larguem os Redtube, Pornhub e Xvideos e toca a trabalhar no futuro.
O primeiro ponto é simples e só não entende quem tem os miolos queimados. Está escrito e bem explícito nos direitos humanos que todo o ser humano tem o direito a ser livre e a fazer o que bem lhe apeteça desde que não esteja a infringir nenhum crime. Eu até ao momento em que escrevo isso estou a tentar perceber qual é o problema da sociedade portuguesa em estar contra a pobre coitada da Maria Leal. Reclamam que ela não tem voz, mas também não admiram a voz das grandes Mariza e Amália Rodrigues e o nosso fado.
Eu estou a fazer uma comparação com o fado, mas também podia fazer com outros estilos que nem são superiores nem inferiores ao fado. Existe algo chamado «diversidade». Cada um tem o direito de ouvir o estilo que se encaixa melhor nele, seja pimba ou kuduro, kizomba ou pop. Não interressa! Devemos é respeitar e quem não gosta não ouve, não vê, porque com esses comentários só estão a dar mais visibilidade à Maria Leal. O mundo está como está por culpa de nós, os jovens, que em vez de nos preocuparmos em como nos vamos sustentar no futuro, estamos preocupados com o «Hoje Maria Leal aqui só para ti». Vamos acordar por favor e começar a tratar do futuro, porque a Maria Leal neste momento está a tratar de si e a ganhar dinheiro com isso. Por isso, larguem os Redtube, Pornhub e Xvideos e toca a trabalhar no futuro.
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